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Na balada com Yuri Barichivich

Lado BYuri Barichivich é fotógrafo. E é nos fins de semana que seu lado B entra em ação. Apaixonado por festas e baladas, o artista tem um hobby ligado à música e à fotografia. “Arrisco de DJ ocasionalmente e fotografo festas como hobby, me divirto socializando e conhecendo novas pessoas, é uma parte da fotografia que para mim é muito ligado a minha diversão.”

Crédito: Yuri Barichivich

Primeiros sons – A descoberta do hobby aconteceu por acaso, quando durante uma sessão de fotos Yuri foi escalado para cobrir um DJ amigo que havia faltado. “Peguei gosto pela coisa e acabei tocando mais e mais vezes por diversão”. Para o artista a atividade é fascinante pois tem a ver com algo que ele sempre gostou: música. Sem contar o prazer de ver o público se divertindo e cantando o que ele toca.

Capa – O fotógrafo afirma que provavelmente se afundaria no trabalho se não tivesse seu lado B. “Eu espero o final de semana muitas vezes para poder me divertir, ter um tempo sem pensar e poder estar com amigos que  minha agenda de estudo e fotografia não permite encontrar durante a semana”, explica. “Baladas e festas são algo que me sustentam emocionalmente só pelo contato social, pela diversão e para extravasar energias negativas de uma semana pesada. Acho que por isso se tornou indispensável, é minha válvula de escape.”


Poesias e aforismos de Flavio Meyer

Lado BFlavio Meyer é fotógrafo. Na mira de seu olhar as palavras também têm espaço garantido e fazem parte de seu lado B. “Sempre fui um grande admirador de poesias e aforismos. Por diversas vezes me arrisquei a escrever, procurando sempre experimentar diferentes construções textuais e variadas temáticas”.

Flavio Meyer apresenta de 19 a 31 de março a exposição Gigantes em Miniatura na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Fotos: Divulgação.

Letras – O artista conta que escreve poesias esporadicamente e quando as cria gosta também de ilustrá-las. Os aforismos são mais constantes e nascem junto com as imagens criadas por ele quase todos os dias. Flavio afirma que descobriu sua habilidade poética na adolescência. “Na adolescência descobri a poesia como ferramenta para deixar fluir minhas emoções e conectar-me ao sentimento de outras pessoas. Recentemente passei a desenvolver os aforismos para acompanhar as imagens e oferecer uma experiência mais completa.”

Capa – Quer saber por que o lado B de Flavio Meyer é indispensável? “Como artista visual acredito que tratam-se de artes complementares na medida em que possuem distintos alcances aos nossos sentidos. A palavra atua justamente onde a imagem perde alcance, e vice-versa.”

Nasce a Musa

O guerreiro valente deseja,
brigar por tudo que almeja,
sem nunca deixar-se cansar.
Esta vida é uma intensa batalha,
onde quem desiste é quem falha,
o que importa na vida é lutar.

Ilustração criada por Flavio Meyer para a poesia Nasce a Musa

Tantas vezes tentei sem sucesso,
eloquente frear o processo,
mas emoção não se deixa domar.
Insisto não há outro jeito,
com furor acordaste meu peito,
pois agora que deixe sangrar!

Por mais dizer-me que não,
me abusa a inspiração,
e a poesia minha te usa.
De acordo com estes fatores,
desta soma de imensos sabores,
nasceu resultado a musa.

Este meu castigo é uma sina,
que hoje, contigo combina,
mas amanhã verá renascer.
Desfruta sem zelo, óh Diva,
seu reinado de gelo, altiva
que o poeta irá te esquecer!


Na onda de Ricardo Hantzschel

Lado BRicardo Hantzschel é fotógrafo. Seu olhar atento na hora do clique ruma para outras direções quando o assunto é seu lado B: os esportes aquáticos. Na agenda da semana, três dias são dedicados à natação (3 km em piscina). Quando vai à praia, caiaque oceânico. Já o mergulho (livre ou autônomo) é feito sempre que possível.

Foto de divulgação de Ricardo Hantzschel

Faixas – O fotógrafo conta que pratica esportes aquáticos desde pequeno, principalmente natação. “O caiaque oceânico se tornou algo fundamental há seis anos e o utilizo como meio de transporte para conhecer o litoral e mergulhar (Caraguá, Ubatuba, Paraty, Ilha Grande) em passeios de até 20 km. O mergulho autônomo é outra grande paixão, embora menos frequente.”

Capa – Independente da frequência, impossível não notar a importância do lado B na vida de Ricardo. Quer saber o porquê? “A água é indispensável para me manter em forma e desestressar o cotidiano, sempre bem corrido com o estúdio, o projeto Cidade Invertida e as aulas na faculdade de fotografia, no Senac.”


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